Na manhã da última segunda-feira,18, o deputado estadual Capitão Samuel (PSC) concedeu uma entrevista para o programa ‘Liberdade +’, na Rádio Liberdade FM (100,3). Durante o bate papo ele falou sobre projeto social idealizado por ele, o Batalhão da restauração, e sobre as suas ações no parlamento.

O parlamentar iniciou a entrevista falando sobre as dificuldades enfrentadas para manter o Batalhão da Restauração, onde, atualmente, cuida de 100 pessoas que sofrem com a dependência química. “Agora mesmo tivemos uma notícia muito triste, onde a Senapred (Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas) suspendeu todos os convênios de todo o Brasil. De lá vinha o maior suporte para sustentar a alimentação destes homens e mulheres que estão sendo cuidados na nossa instituição. Estamos dialogando com o governo do estado, através da secretaria de saúde, e acredito que, através de uma emenda, possamos dar uma solução para esta questão delicada”, afirma.

Ele ainda falou sobre a sua volta aos trabalhos legislativos depois de uma licença por determinação médica e sobre o seu futuro político. “Os trabalhos pós pandemia ainda não voltaram em 100%, mas estamos trabalhando de forma presencial, mas sem a presença do público que gostava de acompanhar as sessões de perto. Como afirmei anteriormente, sou pré-candidato a deputado federal, pois acredito já ter dado a minha contribuição como deputado estadual. Chegou a hora de dar vez a outros colegas militares ou civis, que desejem ocupar a cadeira da segurança pública na Alese. Agora coloco o meu nome para o parlamento federal e o povo vai decidir se continuo trabalhando por Sergipe ou se me aposento”, declara.

Questionado se o seu apoio ao presidente da república pode prejudicá-lo numa candidatura futura, Samuel diz que os demais partidos não possuem a ideologia das bandeiras que ele defende. “Independentemente do presidente, eu vou estar sempre apoiando as minhas bandeiras. É impossível apoiar o PT com as bandeiras que levanto, onde a minha luta é pela família. Sou contra à imposição de ideologias radicais e isso é o que me afasta das ideias do partido dos trabalhadores. As ideologias pregadas pelo presidente da república, Bolsonaro, são iguais as minhas, que é luta pela família cristã e pelo combate às drogas, entre outras coisas”, pontua.

 

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